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Superando a Dependência Emocional. |
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Por Lori Rentzel
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15 de April de 2004 |
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Muitos deixam a homossexualidade, porém deparam-se com a dependência emocional. O que fazer? Saiba do que se trata, e como enfrentá-la.
(Baseado em “Emotional Dependency”, por Lori Rentzel. Traduzido e Adaptado por Willy Torresin)
1. Dependência Emocional é...
“...um estado no qual uma pessoa sente-se totalmente dependente de outra pessoa, para que possa sentir-se segura ou possa ‘funcionar’ adequadamente” (Dra. Carol Ahrens).
“...quando acredito que a presença e atenção constantes de outra pessoa são necessárias para meu bem estar e minha segurança pessoal” (Lori Rentzel).
2. Dependência Emocional ocorre quando eu...
Frequentemente sinto ciúmes, sou possessivo e tenho desejos de exclusividade com a pessoa em questão.
Considero outras pessoas como ameaças a meu relacionamento com a pessoa em questão.
Prefiro passar tempo a sós somente com a pessoa em questão, sentindo-me bastante frustrado quando isto não acontece.
Fico irracionalmente irritado ou depressivo quando a pessoa em questão afasta-se um pouco de mim, mesmo que seja por pouco tempo.
Perco interesse por outras amizades e relacionamentos.
Desenvolvo fantasias românticas ou sexuais envolvendo a pessoa em questão.
Fico preocupado com a aparência, personalidade, problemas ou interesses da pessoa em questão.
Não consigo fazer planos a curto ou longo prazo que não incluam a pessoa em questão.
Não consigo ver os defeitos da pessoa em questão de forma realista.
Demonstro afeição física inapropriada em uma amizade.
Comporto-me com a pessoa em questão, de forma que seja constrangedora a outras pessoas presentes.
Sempre falo sobre a outra pessoa, e até mesmo sinto a liberdade de falar por ela.
(Observação: Não há nada intrínsicamente errado com amizades profundas e intensas entre duas pessoas do mesmo sexo. Ver exemplos de Davi/Jônatas, Jesus/João).
3. Uma Amizade Sadia existe entre duas pessoas quando este relacionamento expressa...
Liberdade e generosidade; são capazes de compartilhar suas amizades, apesar de ocasionais sentimentos passageiros de ciúmes.
Relacionamento desenvolvido a longo prazo, baseado em experiências comuns, crescimento mútuo e confiança.
Que não existe apenas a busca de satisfação de suas próprias necessidades; pelo contrário, cada parte demonstra desejar promover o crescimento da outra, e ajudá-la a atingir seus objetivos, mesmo que isto implique na perda ou distanciamento daquela amizade.
Interesses externos, e não apenas relacionados à amizade entre as partes; ou seja, existem interesses e assuntos externos mútuos, e não somente atividades relacionadas à amizade.
Não estar constantemente preocupadas ou “ocupadas” uma com a outra.
Estar fundamentada nos pontos fortes de cada um, e não apenas nos pontos fracos.
Intimidade, porém que permite a ambas as partes ficarem à vontade quando participando de atividades com outras pessoas ao mesmo tempo.
4. A Dependência Emocional é Mantida pela Manipulação...
Envolvimento financeiro
Comunicação “romântica” e presentes constantes
Roupas semelhantes
Carência excessiva
Uso de culpa e condenação
Uso de ameaças
Boicote dos relacionamentos da outra pessoa com terceiros
Provocação de insegurança na outra pessoa
Abuso do tempo da pessoa em questão
5. A Dependência Emocional tem suas raízes...
Em rejeição real ou “imaginária”, por parte de pessoas significativas em minha vida.
Necessidade não satisfeita de amor e aprovação por pessoas do mesmo sexo.
Rejeição de minha própria identidade sexual.
Baixa auto-estima.
Fracasso ou Recusa em aceitar maturidade nos relacionamentos.
Falta de confiança nas pessoas e necessidade de ter o controle nas mãos.
Solidão e Insegurança.
Raiva e amargura para com o sexo oposto.
Rebelião.
6. Dependência Emocional – Como abandoná-la?
Comece fazendo um compromisso em ser honesto: Com você mesmo; Com Deus; Com uma pessoa de sua confiança.
Renuncie à idolatria inerente à Dependência Emocional.
Estabeleça limites relacionais e pessoais.
Cultive outros relacionamento e procure suprir necessidades de outras pessoas.
Prepare-se para enfrentar a tristeza da “perda” e até mesmo depressão.
Comece a lidar com as raízes do problema.
Tenha paciência. Você será liberto da Dependência Emocional!
7. A Vida “Após a Dependência Emocional”...
Relacionamento mais profundo com Deus.
Amor saudável por mim mesmo.
Liberdade para amar ao próximo.
Liberdade para ministrar ao próximo.
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